Na história da tua vida tu és a personagem que quiseres ser.
Cais as vezes que precisas cair, levantas com a coragem que tens de querer levantar.
A coragem de viver e escrever ser feliz.
Na minha história risco as poucas amizades, pouco amor, poucos abraços, poucos passos, poucos lado-a-lado.
Escreve a história que queres deixar acontecer. Apaga aquilo que te destrói e sublinha o que te constrói.
Na história da vida quando acreditas e sabes o teu caminho, não existe nenhum escritor que te mude a direcção.
Não existe quem te faça de incertezas. Quem venha com friezas. Escreve ficar com a única certeza de ser - sempre - feliz.
Com a certeza de que no teu mundo estão - apenas - aqueles que te querem bem. Em todas as tuas páginas. Estão os que te cuidam. Os que fazem parte. Os que surpreendem. Os que te fazem bem sentir. E que te fazem sorrir.
Na simplicidade de escrever ser feliz, viver é o mais complicado.
Apaga do livro quem não quer ficar. Deixa ir quem não te acrescenta. Quem não te faz sonhar. Quem não faz acreditar.
No meu mundo estou eu, estás tu e estamos nós. Os que querem - sempre - estar.
Quando estás a escrever a história da tua vida, não deixes que ninguém segure a caneta.
Porque no final, eu sorrio - sempre - não pelo meu final feliz, mas pela minha história. O final logo se vê se é feliz ou não.
quarta-feira, outubro 07, 2015
quarta-feira, agosto 19, 2015
No meu mundo
Querido diário,
Em que mundo ando eu que não sei os passos que dou.
A terra que piso, o vento que me toca.
Em que mundo ando eu quando sinto sem nada sentir.
Sem sentir o toque, a alma que me pertence.
Em que mundo ando eu...
Quando quero correr sem ter destino, quando quero gritar até que a voz me doa.
Quando o mundo dá a volta e cada volta um recomeço.
Em que mundo ando eu, quando não ouço a minha voz.
Quando quero gritar e nem falar consigo.
Quando consigo fingir a dor de que nada sinto.
Quando preciso de um copo de vinho tinto.
Em que mundo ando eu, quando dou aquele passo em frente.
E quando sinto tudo aquilo que não quero sentir.
Em que mundo estou eu...
Em que mundo ando eu que não sei os passos que dou.
A terra que piso, o vento que me toca.
Em que mundo ando eu quando sinto sem nada sentir.
Sem sentir o toque, a alma que me pertence.
Em que mundo ando eu...
Quando quero correr sem ter destino, quando quero gritar até que a voz me doa.
Quando o mundo dá a volta e cada volta um recomeço.
Em que mundo ando eu, quando não ouço a minha voz.
Quando quero gritar e nem falar consigo.
Quando consigo fingir a dor de que nada sinto.
Quando preciso de um copo de vinho tinto.
Em que mundo ando eu, quando dou aquele passo em frente.
E quando sinto tudo aquilo que não quero sentir.
Em que mundo estou eu...
sábado, agosto 15, 2015
Ontem, ao final da tarde..
Querido diário,
Ontem ao final da tarde na praia, dei uns passos em direção
ao mar. Sentir a vida e o passar de mais um dia. Um dia onde tens certezas. Certezas
de que estar solteira não é estar só. De que não é estar triste. De que não é a
opinião de quem não te quer bem. E que o importante na tua vida são as tuas
certezas. De que todas as tuas escolhas te levaram ao lugar certo, à terra que
pisas. De que nada acontece por acaso. De que tudo tem um certo sentido. De que tudo - as lágrimas e os sorrisos – fazem parte do que és e do que
ainda vais ser. De que o que te faz sorrir não é ter alguém na tua vida mas ser
alguém na vida. E do que ainda queres ser. E mesmo que faça vento ou semeies
uma tempestade, quando apontas a seta da vida no sentido dos teus sonhos, nada
a faz mudar de direção.
E assim senti, a forte brisa do mar na minha face, a água fria nos meus pés e a vontade louca de mergulhar. O melhor que a praia tem, o frio que me faz tremer mas que tanto gosto de sentir. Sentir que todos os dias são dias para viver. Olhar o horizonte, ali onde o sol se põe. E onde há todos os dias um novo recomeço. Uma nova vontade de viver. Pensar que não me falta nada, ou quase nada. Porque todos os dias me apaixono, pelas coisas mais pequenas da vida.
sábado, agosto 08, 2015
Corpo e Alma
Querido diário,
O despertar de ti pode ser tão fácil. E pode ser tão difícil. Depende do estado da tua mente. As emoções que sentes, os passos que dás na tua vida, o vento que te sopra na face. Os segredos que guardas, os segredos que partilhas. A tua alma escondida quando não queres gritar o que desejas para mais ninguém. O que viveste e o que ainda queres viver. E queres viver contigo. Saber os teus medos, desejos. Encontrar-te. Mais que encontrar alguém. Por vezes ou até de repente, a vida pode mudar o sentido. Quando sentes o bater do coração quando te tocam, quando pode ser o despertar da tua alma. Não queres dar de ti. Nem todas as pessoas que tocaram no teu corpo, conseguiram tocar na tua alma. Tocar no teu corpo é algo fácil, sem perigo. Com algumas emoções redundantes de um desejo que ele te pede. Algo que vives o momento e viras a página para te encontrares numa próxima. E é tudo tão simples. Que simplicidade seria se tudo de resumisse ao teu corpo. Mas existe quem pode conseguir tocar na tua alma. De quem pode ter a capacidade de desorganizar o teu mundo. O mundo que tu não queres abrir. O mundo que hoje queres deixar fechado para ti. A verdade, é que nem todas as pessoas precisam conhecer a tua alma. Mas... mas quando o teu corpo e alma se unem, apenas precisas respirar fundo. Respira fundo e sente. Quando fizer sentir, lembra-te, vai fazer sentido.
O despertar de ti pode ser tão fácil. E pode ser tão difícil. Depende do estado da tua mente. As emoções que sentes, os passos que dás na tua vida, o vento que te sopra na face. Os segredos que guardas, os segredos que partilhas. A tua alma escondida quando não queres gritar o que desejas para mais ninguém. O que viveste e o que ainda queres viver. E queres viver contigo. Saber os teus medos, desejos. Encontrar-te. Mais que encontrar alguém. Por vezes ou até de repente, a vida pode mudar o sentido. Quando sentes o bater do coração quando te tocam, quando pode ser o despertar da tua alma. Não queres dar de ti. Nem todas as pessoas que tocaram no teu corpo, conseguiram tocar na tua alma. Tocar no teu corpo é algo fácil, sem perigo. Com algumas emoções redundantes de um desejo que ele te pede. Algo que vives o momento e viras a página para te encontrares numa próxima. E é tudo tão simples. Que simplicidade seria se tudo de resumisse ao teu corpo. Mas existe quem pode conseguir tocar na tua alma. De quem pode ter a capacidade de desorganizar o teu mundo. O mundo que tu não queres abrir. O mundo que hoje queres deixar fechado para ti. A verdade, é que nem todas as pessoas precisam conhecer a tua alma. Mas... mas quando o teu corpo e alma se unem, apenas precisas respirar fundo. Respira fundo e sente. Quando fizer sentir, lembra-te, vai fazer sentido.
quarta-feira, julho 29, 2015
Paz de espírito
Querido diário,
Quando não percebes tudo agora, mas tudo faz sentido quando:
«quando te amas de verdade, paras de desejar que a tua vida seja diferente e começas a aceitar que tudo o que te acontece (de bom e de mau) contribui para a pessoa que és.
Aprendes que isso tem um nome: maturidade.
Aprendes que isso tem um nome: maturidade.
Quando te amas de verdade, desistes de querer ter sempre razão. Preferes sempre, sempre ter paz.
Aprendes que isso tem um nome: humildade.
Aprendes que isso tem um nome: humildade.
Quando te amas de verdade, começas a dizer 'não' a tudo que te faz mal. No início achas que isso é egoísmo. Depois, aprendes o verdadeiro nome: amor-próprio.»
Quando és feliz, do jeito que és.
| adaptado de Charlie Chaplin em "Às nove no meu blog"
quinta-feira, julho 23, 2015
Às vezes...Apaixonas-te.
Às vezes tenho noção que magoa, que o tempo custa e que na
realidade não quero ninguém. Tenho noção que estar com alguém pode ser estar
sozinha. E tenho tanta noção do quanto eu quero estar sozinha. Sozinha mas não só.
E o quão bem e feliz estou. Às vezes o coração bate mais forte pelas razões
incorretas. Às vezes tenho noção que não estou sozinha. Às vezes não me ouço,
não sinto e não quebro o meu silêncio. Tenho noção daqueles abraços vazios e
beijos que não sabem a nada. Daqueles dias fúteis que despes preconceitos. Tenho
noção de ser sempre mais eu. Noção de querer ser apenas eu. De ser egoísta. Oh
se tenho! Mas às vezes, então, que não consigo. Tenho de abrir aquele silêncio
que me faz gritar. Às vezes, sem querer, sentes aquele abraço. Sem querer, sem
pensar e sem procurar. Sentes aquele abraço. E tens noção que queres que o tempo pare por ali. Noção que não
faz sentido mas faz sentir. E então às vezes sinto e faz tremer, enlouquecer. Mas faz sorrir. E às vezes… às vezes apaixonas-te. Nem que seja apenas por aquele momento.
sábado, junho 27, 2015
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